
sábado, 8 de janeiro de 2011
Cavaco emprestou prestígio e foi pago por isso

segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Todos grandes educadores

quinta-feira, 3 de junho de 2010
Alegre "a reboque" do BE? Ou será "boato da reacção"?

Há quem não esqueça o que Alegre fez ao PS nos últimos anos. É o caso de Tomás Vasques, de quem sou admirador confesso e contumaz, há dias, assim, no Hoje Há Conquilhas :
Do golpe militar ao golpe palaciano.Nesta novela «presidencial», em que o PS se deixou envolver, o mais relevante é o facto de Manuel Alegre, deputado do PS durante 34 anos, se ter disponibilizado para protagonizar a estratégia política do BE, mil vezes confessada: crescer eleitoralmente à custa de uma derrocada do PS.
Neste golpe eu não alinho. Se não aparecer outro candidato, escolho o mal menor: voto Fernando Nobre.
(ler mais no Delito de Opinião).
Tomás, se as coisas fossem assim tão claras, eu tb me recusava a votar Alegre desta vez. Não são. Temos tempo de ver se Alegre está mesmo "a reboque" de Louçã ou se isso não passa de "um boato da reacção". Depois não entendo o que é que Nobre tem de melhor. É/foi apoiante, militante, propagandista do Bloco, com um primarismo que fazia dó. Nas últimas eleições. Quando o Alegre, apesar de tudo, apelava ao voto no PS.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Manuel Alegre passou o Rubicão
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Contra a Unicidade Sindical - foi há 35 anos!
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
O candidato que faz falta para bater Cavaco
“A candidatura de Alegre é imparável” e quem lhe lança a candidatura é o Sol esta sexta-feira. É mau: que Alegre se ponha assim em bicos-de-pés disposto a forçar a nota e evitar que alguém apareça a ocupar o terreno e que para “avisar a malta” recorra ao Sol, que nos últimos anos mais não tem feito do que combater o PS.
Por várias razões. Antes de mais e acima de tudo, porque as próximas presidenciais vai fazer-se sentir a necessidade premente de bater Cavaco Silva, que a cada dia que passa se torna mais intriguista e dissimulado.
Dissimulado Cavaco: Viram-no hoje a proclamar que não está interessado nos casamentos homossexuais porque não está interessado em assuntos que dividam os portugueses. É um argumento rasteiro: tudo o que mexe com o statu quo provoca resistências.
Sobretudo quando logo a seguir vem o golpe baixo: “Eu procuro empenhar-me fortemente na união dos portugueses e nada fazer que provoque fracturas na sociedade portuguesa”.
Com um Presidente assim empenhado na “união dos portugueses” ainda estaríamos hoje na “União Nacional”, o que nos teria evitado a maior fractura que já atingiu a sociedade portuguesa: o 25 de Abril.
Intriguista Cavaco: O que ele insinua é que quem não pensa como ele, e como os seus, o que quer é dividir, o que se propõe é fracturar. E não liga ao que é importante, diz ele: o desemprego, o endividamento, o desequilíbrio das contas públicas, a falta de produtividade e de competitividade.
O que é que o cu tem a ver com as calças? Em que é que a proibição destes casamentos civis (que nem são verdadeiros casamentos, segundo os católicos) ajuda a reduzir os males do desemprego, do endividamento, da falta de produtividade…?
Cavaco Silva é um dissimulado, um intriguista, um manipulador, um arrogante, um bota-de-elástico, e tem de ser corrido nas próximas eleições que tem feito tudo para merecê-lo. Mas para o vencer precisa-se de um candidato empenhado na boa governação do País, com provas dadas no activo, sem teias de aranha ideológicas, que saiba falar mas também fazer, avesso a guerras de alecrim e manjerona, que nos momentos difíceis tenha estado com o PS e não contra ele.
Eu sei de um nome capaz de fazer frente a Cavaco Silva e batê-lo no seu terreno e não é Manuel Alegre de maneira nenhuma.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
A propósito de Alegre e Palma, Freeport e Face Oculta
A propósito de Manuel Alegre ter os dois pés dentro do PS. Tem, mas, por muito que se desculpe com os outros, que assumiram, não é ao mesmo tempo. E sobretudo não é em todas as ocasiões: quando o PS precisou dele na AR para barrar o caminho à demagogia, ele assobiou para o lado, preferiu a companhia dos demagogos. Suponho que o PS não vai esquecer essa falta de solidariedade. Seria falta de respeito por si mesmo.A propósito de um especial apoiante de Alegre que se chama João Palma. Esteve nos jantares de apoio à recandidatura? Que tenha estado ou não, o PS não pode esquecer a especial relação de Alegre com o Procurador João Palma, actual líder do Sindicato do Ministério Público e da ofensiva justicialista contra o mesmo PS sem o mínimo de respeito pela verdade e pelas regras do Direito.
A propósito do pseudo-jornalismo de investigação nos casos Freeport e Face Oculta. Não existe, Fernanda Câncio teve razão quando disse na TV, e continua a ser notícia, que as notícias dos casos eram/são plantadas nos jornais. De facto, toda a gente sabe (ou, pelo menos, muita gente sabe!) que há um grupo de agit-prop, composto sobretudo por ex-magistrados e actuais sindicalistas, que municia os jornalistas escolhidos com vídeos, escutas, despachos e depoimentos parciais.A propósito daquela bosta de decisão do plenário da Comissão da Carteira Profissional validando os ataques soezes, e pessoais, feitas à jornalista, que continua de actualidade seis meses depois. Quando, daqui a alguns anos, se fizer a história desta vergonha, convém não esquecer os nomes das pessoas que compõem a Comissão da Carteira, com destaque para os seus efectivos: Desembargador Pedro Maria Cardoso Gonsalves Mourão, Albérico Coelho Fernandes, José Pedro Leal Gonçalves, Mário Manuel Duarte Moura, Henrique Manuel Castela e Pires Teixeira, Daniel Caldas Gomes Ricardo, Rosário Perpétua Duro Rato, Maria Flor de Azevedo e Silva Pedroso, Paulo Jorge Santos Martins.

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