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quarta-feira, 4 de abril de 2012
O que fazer com a RTP Informação?
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Fica-nos mais barato que o Sporting ganhe
Continuo a defender que devem pagar pelo crime. Mas desejo-lhes sinceramente que ganhem e continuem na Taça. Pela simples razão que uma vitória de um clube madeirense traz-nos sempre encargos: as viagens do clube ao Jamor, em Maio, e na próxima época, quem sabe, uma qualquer deslocação do Nacional pela Europa, numa qualquer eliminatória da UEFA.
Que isso não é nada comparado com os rios de dinheiro que os clubes da Madeira nos custam pelas verbas que vamos continuar ao Jardim para ele dar aos clubes ? È verdade, mas uma derrota de um clube de madeirense é sempre uma pequena economia que fazemos.
De resto, não vale a pena sermos piegas: é assim que os madeirenses querem e por isso votaram no caudilho. Não para gastar o dinheiro deles, como é próprio da democracia representativa. Mas para que ele saque o máximo dos continentais e distribua benesses pela Madeira.
É uma perversão, essa de votar em quem é melhor para gastar o dinheiro dos outros, ah pois é. Mas como diria Jardim "é o sistema" que temos. Diante de Jardim, agacham-se os Presidentes, agora Cavaco, antes Sampaio. E vem agora a Srª Merkel a declarar que o Rei vai nú? Mal sabe no que se meteu.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Foi Você que votou no Partido do Alberto João ?
Que o AJJ tem garantida, agora como no passado, a cumplicidade e o mal disfarçado favorecimento, de Cavaco, de Marcelo, de Menezes, de Ferreira Leite, de tutti quanti... E a abstenção de Seguro. "Por amor a Portugal".
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Cavaco e a vaca que ri
Suponho que não: a vaca que riu para Cavaco estava a lembrar-se da desculpa esfarrapada que não sabia de nada "pois se nem o Banco de Portugal se deu conta". Ele sabia. O Banco de Portugal até podia não saber: não tem os informadores privilegiados, os membros da Comissão de honra da sua candidatura, entre outros, tão bem colocados no aparelho madeirense. Nem está provado que o Banco de Portugal não tenha querido saber do que o caudilho fazia de mal como Cavaco em visita oficial esquivando-se a ouvir "o bando de loucos" da Oposição madeirense ─ lembram-se?
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Sim Senhor Ministro
terça-feira, 8 de março de 2011
Chama-se fascismo...

Invadir uma reunião interna de um partido político, como aconteceu ontem em Viseu, é uma prática introduzida há 90 anos em Itália pelos "fascios" de Mussolini, como contou Bertolucci, e chama-se fascismo, com todas as letras, e o resto são cantigas, mesmo que ganhem festivais, aliás pelo mesmo método de votação, e com o apoio dos mesmos animadores de blogues que fizeram de Salazar "o maior português de sempre" e Álvaro Cunhal "o segundo maior".
domingo, 28 de novembro de 2010
Ditosa Pátria

A Portugal
Esta é a ditosa pátria minha amada. Não.
Nem é ditosa, porque o não merece.
Nem minha amada, porque é só madrasta.
Nem pátria minha, porque eu não mereço
a pouca sorte de ter nascido nela.
Nada me prende ou liga a uma baixeza tanta
quanto esse arroto de passadas glórias.
Amigos meus mais caros tenho nela,
saudosamente nela, mas amigos são
por serem meus amigos, e mais nada.
Torpe dejecto de romano império;
babugem de invasões; salsugem porca
de esgoto atlântico; irrisória face
de lama, de cobiça, e de vileza,
de mesquinhez, de fátua ignorância;
terra de escravos, cu p’ró ar ouvindo
ranger no nevoeiro a nau do Encoberto;
terra de funcionários e de prostitutas,
devotos todos do milagre, castos
nas horas vagas de doença oculta;
terra de heróis a peso de ouro e sangue,
e santos com balcão de secos e molhados
no fundo da virtude; terra triste
à luz do sol caiada, arrebicada, pulha,
cheia de afáveis para os estrangeiros
que deixam moedas e transportam pulgas,
oh pulgas lusitanas, pela Europa;
terra de monumentos em que o povo
assina a merda o seu anonimato;
terra − museu em que se vive ainda,
com porcos pela rua, em casas celtiberas;
terra de poetas tão sentimentais
que o cheiro de um sovaco os põe em transe;
terra de pedras esburgadas, secas
como esses sentimentos de oito séculos
de roubos e patrões, barões ou condes;
ó terra de ninguém, ninguém, ninguém:
eu te pertenço. És cabra, és badalhoca,
és mais que cachorra pelo cio,
és peste e fome e guerra e dor de coração.
Eu te pertenço: mas ser’s minha, não.
Dezembro de 1961in «Quarenta Anos de Servidão» Lisboa, 1979
- A minha Pátria do PS e dos bons empregos para tapar manobras internas (caso Víctor Baptista),
- a minha Pátria do PS e dos honorários chorudos por coisa nenhuma (Tagus Park e escritório José Miguel Júdice),
- a minha Pátria do PS e dos salários milionários a pequenos gestores da cultura (Guimarães capital da cultura).
- a minha Pátria de Alberto João Jardim sempre perdoado apesar de reincidente nos insultos a quem lhe dá de comer,
- a minha Pátria de Pacheco Pereira, sempre na vanguarda dos seus aliados do Ministério Público,
- a minha Pátria de Belmiro de Azevedo & filhos feitos com a conspiração castelhana na Opa da PT por causa da Vivo,
- a minha Pátria de Cavaco Silva, sempre bajulado apesar dos seus negócios particulares no BPN, aliás em sintonia total com o PSD, pelo menos na inventona das escutas.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Nem mais um tostão para a falsa informação

segunda-feira, 15 de março de 2010
Há sinceridade nisto? Não há, não há

terça-feira, 2 de março de 2010
Madeira, o outro lado da tragédia e ponto final
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Pacto Germano Soviético na Madeira


domingo, 7 de fevereiro de 2010
O que faz Jardim com o nosso dinheiro? (8) Comprar quintas
O que faz Jardim com o nosso dinheiro? (7) Jornais a pataco
O que faz Jardim com o nosso dinheiro? (6) Limpezas de terrenos
Madeira? Tenho mais fotos se quiserem
sábado, 6 de fevereiro de 2010
O que faz Jardim com o nosso dinheiro? (5) Estacionamentos "do Governo"
O que faz Jardim com o nosso dinheiro? (4) Inaugurações
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
O que faz Jardim com o nosso dinheiro? (3) Trutas
O que Jardim faz com o nosso dinheiro? (2) Palhotas
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Não pagamos, não pagamos, não pagamos
- Vila Real de Trás-os-Montes que não recebeu ao longo destes anos milhares de milhões.
- Vila Real de Trás-os-Montes que não pode permitir-se uma dívida (avalizada pelo Estado?) de cinco mil milhões de Euros. Que não pode subsidiar os agricultores para manterem os terraços do Rio Douro a parecer bem aos turistas.
- Vila Real de Trás-os-Montes que não pode financiar a construção hoje de antigas casas, tradicionais (não é gralha, tenho fotografias!), ridículas casas de bonecas.
- Nem dezenas de "arrastadores" de carrinhos de cestos, que não têm clientes, e andam ao alto (contei 72, a jogar cartas, e nenhum cliente, um dia inteiro)
- Nem dezenas de jardineiros, por canteiro, a cavar e recavar, os jardins do Palácio Presidencial.
- Nem comprar quintas atrás de quintas.
- Nem deixar de cobrar IVA.
- Nem pôr a gasolina mais barata.
- Nem esburacar as montanhas em todas as direcções com 164 túneis, com um total de 73 quilómetros, todos gratuitos, que já começam a precisar de elevadas despesas de manutenção.
- Nem meter ao bolso as receitas das fugas aos impostos numa escandalosa zona franca.
- Nem e nem e nem.

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