sábado, 26 de maio de 2012

Humberto Delgado?! Presente








Monumento a ver e rever: a 400 metros da estrada que vai de Villanueva del Fresno (a poucos minutos de Mourão) a Valencia del Mombuey (do outro lado da Amareleja), lá onde Humberto Delgado foi assassinado pela PIDE. Que não se pode esquecer a longa lista.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O que fazer com a RTP Informação?

Costuma fazer zapping? E passa pela RTP Informação de vez em quando? E até lhe acontece parar uns segundos no canal? Sem se dar conta que é mais um canal do Porto, digo, do FCPorto, isto é, um canal de apito dourado, i. é, viciado?!

Pois tem maneira de obviar a esse incómodo. Basta colocá-lo de uma vez por todas lá onde nunca vai, junto do Porto Canal, dos canais infantis, dos canais russo, ucraniano, chinês... Como? Assim: 
Pegue no comando, carregue na tecla menu, na barra de cima prima  →, →, → ... até o cursor atingir Ajuda e Configurações.
Seleccione Ajuda e Configurações. Prima ↓, ↓, ... até o cursor chegar a... Configurações.
Seleccione Configurações. Prima ↓, ↓, ... até Ordenar Canais.Seleccione Ordenar Canais.  Prima ↓, ↓, ...  até RTP IN (6).Em RTP IN desloque o cursor para a direita →, até à seta ▼.
Prima ▼, ▼, ▼, ▼, ... as vezes suficientes, até a RTP IN ficar naquelas posições a que nunca vai, as 70ª, ou 90º... Ponha a RTP IN junto dos infantis, dos pornográficos, do Porto Canal (se já tiver feito o mesmo com o Canal do Pinto da Costa...) é lá o seu lugar.
Depois é só Guardar as alterações à Configuração. Tão cedo não volta a tropeçar neste Canal estúpido, que saneou o João Gobern, que tinha o Zona Mista, de infeliz memória. Que Você paga todos os meses na factura da electricidade. 

Começo a pensar que o Relvas estava cheiro de razão quando defendia a extinção, ou a venda ao desbarato, da RTP IN... Um dia chegará a vez da RTP, da RDP... da Contribuição Audio Visual, dos subsídios ao serviço público... para encher a barriga à RTP Porto, à RTP África, à RTP Madeira, à RTP Açores... a todos os luxos, "gorduras", e incompetências... Já lhe basta, dessa não se livra, ter de pagar os desmandos do Alberto João Jardim, mandatário de Passos, amigo do peito do Presidente da República. 



Jornalistas castrados, não!

João Gobern foi "dispensado" pela RTP pelo crime de ser benfiquista e isto para mim é muito aborrecido. Eu via quase sempre o Zona Mista: um programa de futebol inteligente e bem visto, calmo e estimulante. sem papas na língua nem temores reverenciais, cordato e contundente ao mesmo tempo, onde o contraditório funcionava. Na parte que me toca, coincidia geralmente com o João Gobern, discordava o mais das vezes do Bruno Prata. Mas agradecia a ambos os bons momentos que passava.

A RTP ofendeu-se que João Gobern tivesse vibrado com o golo do Benfica ao Braga no minuto 92? Que hipocrisia, que chateza, que falta de vergonha! Em futebol toda a gente tem gostos e emoções, mostrá-los é abrir o jogo, é ser honesto, é não vender gato por lebre. Parafraseando Ary dos Santos: "jornalista castrado, não!"

O que se exige a um profissional sério é que não omita factos, que saiba do que fala, que goste do que trata, que dê o sal, e a cor, e o cheiro do que narra. Que dê a sua opinião sem medo, sempre, desde que nem impeça os outros de exprimirem opiniões diferentes da sua. Gobern, no Zona Mista, não sonegava opiniões diferentes da sua. Era brilhante sem precisar de retirar brilho a ninguém.

Nuno Santos, sim: optou por silenciar, amordaçar, um jornalista brilhante, um profissional inteiro. É um invejoso. Nunca foi senão um invejoso. E um parvo.

Pobre RTP! Trabalhei naquela casa 12 anos e tinha por ela uma afeição que não me largava, apesar de imensas decepções.Deixei de ver o Telejornal desde que o José Alberto de Carvalho foi corrido pela inveja. Já nessa altura nenhum outro programa da RTP conseguia interessar-me.

O Zona Mista, da RTP Informação, era o único programa da RTP que ainda via. Vou deixar de ver. Talvez passe por lá no próximo a ver se fornecem alguma explicação mas será o último.

Hipócritas, medíocres, chatos de morrer, insossos, invejosos, castrados  ─ não me interessam.

Acabou-se: RTP, para o raio que a parta, não vejo mais.

sexta-feira, 30 de março de 2012

O discurso do Reitor, 50 anos depois da Crise

Em 62-65, a autonomia universitária era uma treta e o Reitor não se ensaiava nada de chamar a polícia de choque. Hoje, pelo menos, mudaram as fardas. E mudaram os sítios das cargas da polícia. E sobretudo mudaram os Reitores. A autonomia universitária é que continua uma treta. Como disse António Sampaio da Novoa, na recepção aos activistas de há 50 anos: "...Que autonomia é esta em que nos cortam as pernas,
todos os dias, com mais um decreto, com mais um despacho, com mais uma cativação, com cortes e mais
cortes, e quando já nos cortaram todas as pernas gritam candidamente: saltem, vocês são livres e autónomos,
saltem à vontade!? 
Foi um grande discurso, por onde passaram J. Guimarães Rosa, Antero de Quental (de 1862) e Eurico Figueiredo (de 1962), Chico Buarque de Holanda, Miguel Torga, Sophia de Mello Breyner, Zeca Afonso, Lope de Vega e Isabel a Católica. 

Foi um grande discurso a que os colegas da Imprensa não ligaram puto. Quiçá por ter sido demasiado rico de conteúdo, demasiado poético, demasiado contestatário... Como nós. Por isso os media instalados nos ignoram. Agora como há 50 anos, a luta continúa. O que disse o Reitor Nóvoa, naquele dia 24 de Março de 2012. Tudo isto:
Em si, as memórias de pouco servem. Talvez não sirvam mesmo para nada, porque “toda a saudade é uma espécie de velhice” (J. Guimarães Rosa). 
Mas conta – e muito – o que fazemos com as memórias, como as utilizamos para pensar e para agir, “para voltarmos a entrar na dança” como diz o Eurico de Figueiredo. 
Nada substitui a liberdade. Por ela se bateram em 1862, os estudantes de Coimbra que, animados por Antero, deram Vivas à Liberdade na Sala dos Capelos. Por ela se bateram, precisamente um século depois, em 1962, os estudantes aqui presentes e que constituem o orgulho maior da nossa Universidade.
Digo nossa, de Lisboa, porque a ligação que hoje estamos a construir entre as universidades “Clássica” e “Técnica” teve, na luta estudantil de 1962, um dos seus primeiros gestos e, logo, um dos mais nobres.
Há 50 anos, aqui fez-se liberdade, fez-se da Universidade um espaço de liberdade. Estes cem dias abalaram o regime e tornaram inevitável o que só seria possível doze anos mais tarde.
Começou aqui a nossa madrugada. Tanto mar. Por onde andam os cheirinhos de alecrim, pá?
Num certo sentido, num contexto histórico totalmente diferente, as nossas lutas são as mesmas de 1962. A luta pela liberdade e pela autonomia. Não a liberdade formal (essa é nossa e bem nossa), mas a liberdade e a autonomia como possibilidades, como realidades concretas.
Não quero exagerar (ouvem-nos todos os dias com as mesmas queixas e já devem estar cansados), mas que autonomia é esta em que nos cortam as pernas, todos os dias, com mais um decreto, com mais um despacho, com mais uma cativação, com cortes e mais cortes, e quando já nos cortaram todas as pernas gritam candidamente: saltem, vocês são livres e autónomos, saltem à vontade!?
 Num outro tempo, num outro contexto, a nossa luta é ainda a de 1962. Pela democratização do ensino. Hoje, quando tantos estudantes estão a abandonar a universidade por dificuldades económicas (e ainda há quem tenha o desplante de falar em aumento das propinas!), a questão está de novo na ordem do dia.
De uma outra maneira, claro. Mas com problemas que não se limitam à frequência dos estudos e que se prolongam pelas dificuldades de inserção na vida activa.
Como conseguir a democratização nesta “Pátria magra”, neste “pobre Portugal de pele e osso” (Miguel Torga)?
É preciso respirar indignação. É preciso que nos alimentemos das causas de 1962. E, por isso, é tão importante estar hoje, aqui, convosco.
 Para ver se é possível animar a malta. O Zeca morreu há 25 anos. Mas o Zeca não morreu.
Os que avançam de frente para o mar
 E nele enterram como uma aguda faca
A proa negra dos seus barcos.
Vivem de pouco pão e de luar. (Sophia)
No final do Centenário da Universidade, o Doutor Rui Vilar lembrou a sua passagem pelo CITAC e a peça de Lope de Vega sobre a viagem de Cristóvão Colombo:
Quando a corte dos reis católicos discutia a proposta do navegador, a única voz favorável foi a da Rainha que defendeu o audacioso projecto com uma fala que terminava assim: “Afastai do vosso palácio a prudência, essa conselheira dos maus reis (…) porque para aqueles que só fizerem o possível haverá no juízo final choro e ranger de dentes”. 
 Hoje, sabemos que não basta fazer o possível, um possível que parece reduzir-se a uma espécie de inevitabilidade, de fatalidade, de desânimo. Temos de ir além do possível e pensar outra vez o impossível. Inscrever este desejo, esta necessidade, no coração da nossa vida, no coração da Universidade.
Foi isso que aprendemos convosco. Foi a vossa luta pelo impossível que permitiu que tantos “possíveis” acontecessem.
É isso que vos queremos agradecer hoje.
A melhor maneira de o fazer, é dizendo-vos que a luta continua, mas desta vez com Reitores que não se demitem…

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Fica-nos mais barato que o Sporting ganhe

O Sporting vai jogar daqui a bocado na Madeira com o Nacional. Normalmente como benfiquista eu devia torcer pela derrota do nosso rival do outro lado da segunda circular. Sobretudo depois de que um grupo de energúmenos de adeptos seus, comandados pelo renegado polícia Cristóvão, foram à Luz com propósitos de organização criminosa cometer crime de dano, fogo posto e outras "bagatelas" penais.

Continuo a defender que devem pagar pelo crime. Mas desejo-lhes sinceramente que ganhem e continuem na Taça. Pela simples razão que uma vitória de um clube madeirense traz-nos sempre encargos: as viagens do clube ao Jamor, em Maio, e na próxima época, quem sabe, uma qualquer deslocação do Nacional pela Europa, numa qualquer eliminatória da UEFA.

Que isso não é nada comparado com os rios de dinheiro que os clubes da Madeira nos custam pelas verbas que vamos continuar ao Jardim para ele dar aos clubes ? È verdade, mas uma derrota de um clube de madeirense é sempre uma pequena economia que fazemos.

De resto, não vale a pena sermos piegas: é assim que os madeirenses querem e por isso votaram no caudilho. Não para gastar o dinheiro deles, como é próprio da democracia representativa. Mas para que ele saque o máximo dos continentais e distribua benesses pela Madeira.

É uma perversão, essa de votar em quem é melhor para gastar o dinheiro dos outros, ah pois é.  Mas como diria Jardim "é o sistema" que temos. Diante de Jardim, agacham-se os Presidentes, agora Cavaco, antes Sampaio. E vem agora a Srª Merkel a declarar que o Rei vai nú? Mal sabe no que se meteu.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Está-se a bater ao lugar do Catroga na EDP

Coitado do Cavaco, foram-lhe ao bolso, agora não ganha p'ró petróleo! As pensões que recebe e algumas outras que ainda vai receber, de que desconhece o montante exacto, "não chegarão para pagar as despesas". Por ora, entende-se, quem não chora não mama, vai-se aguentando, com ajudas de custo e despesas de representação, além do pagamento das despesas oficiais, no Palácio de Belém e onde quer que vá, ele e a família, os "alfinetes" da função.


Compadecidos, os jornalistas que sempre o acompanham foram ver: recebeu em 2010 só de pensões cerca de 141 mil euros, uns 10 mil por mês, mais subsídio de Natal e 13º mês. Coitado dele! São menos de três meses do ordenado de Catroga, o protegido, na EDP. O qual nem por isso deixa de receber mais "uns pintelhos", uma reforma de uns 10 mil euros, como Cavaco, o protector.

"E não recebo quaisquer vencimentos pelas minhas funções"... Que horror: obrigaram-no a escolher entre o seu ordenado de Presidente da República, no activo, e os seus rendimentos de antigo funcionário público, na reforma. Perdeu assim, de uma assentada, 6.523 euros por mês. Foi quando decidiu empurrar o Sócrates pela borda fora! E deixou de acreditar nos mercados e nos demais dirigentes da Europa. 


Pois, meus amigos, isto é como diz o Valupi, no Aspirina B: 

Ter deixado de executar plenamente as suas funções presidenciais para proteger Dias Loureiro não chegou.
Ter mentido a respeito da sua ligação ao BPN não chegou.
Ter alinhado estratégias com um partido político para fazer oposição ao Governo não chegou.
Ter usado os Açores para provocar um clima de alarme social contra governantes não chegou.
Ter sido a eminência parda de uma golpada político-jornalística com a finalidade de perverter actos eleitorais não chegou.
Ter insultado todos os candidatos presidenciais no discurso de vitória não chegou.
Ter ido ao Parlamento numa ocasião solene para instigar à queda do Executivo não chegou.
Ter feito tudo ao seu alcance para que o PEC IV fosse chumbado não chegou.
Ter opiniões radicalmente contrárias dependendo de quem esteja no poder não chegou.
Talvez agora, por causa de 1300 euros, chegue. Chegue para ser vaiado pelos portugueses que tiverem o azar de se cruzarem com este miserável Presidente da República na rua.

"Miserável", claro, pelas reformas de miséria, de que se queixa. Uns "míseros" 10 mil euros por mês. Mas "com cama, mesa e roupa lavada". 
Assino por baixo.



sábado, 7 de janeiro de 2012

Portugal é quem mais gasta no Euro 2012

Portugal vai pagar sete vezes mais do que a Espanha por cada dia que passar na fase final do Campeonato da Europa de Futebol que se realiza em Junho na Polónia e na Ucrânia. Mais, e viva o luxo: somos a selecção que mais gasta! As contas fê-las o diário espanhol AS, que conclui assim:
La lista completa de selecciones, hoteles y costos por día para la próxima Eurocopa es la siguiente:
1. Portugal Opalenica 33.174 euros
2. Rusia Varsovia 30.400 euros
3. Polonia Varsovia 24.000 euros
4. Irlanda Sopot 23.000 euros
5. Alemania Gdansk 22.500 euros
6. Chequia Wroclaw 22.200 euros
7. Inglaterra Cracovia 19.000 euros
8. Holanda Cracovia 16.200 euros
9. Italia Wieliczka 10.500 euros
10. Croacia Warka 8.300 euros
11. Dinamarca Kolobrzeg 7.700 euros
12. España Gniewino 4.700 euros
Devo ter andado distraído. É que não vi este assunto tratado em qualquer jornal português. Lembro-me apenas de ouvir Paulo Bento referir que quer as melhores comodidades para os seus jogadores, preferindo ficar alojado na Polónia quando joga na Ucrânia, a 700 e 1.500 quilómetros de distância.

Comodidades, acima de tudo, somos ricos! A Espanha, que é campeã da Europa e do Mundo, preferiu uma estadia barata e perto do local onde joga. Porque será?


Em tempo: Façamos as contas: para ficar em Opalenica, no maior dos luxos, a selecção portuguesa vai ter de efectuar mais de 7.500 quilómetros em viagens para realizar os três jogos ( duas idas e voltas a Karkiv: 1563 Km x 4; uma ida e volta a Lviv: 702 Km x 2). É como se para jogar em Madrfid e Barcelona uma equipa de futebol escolhesse ficar alojada em Lisboa. Espertos! Depois queixem-se que os jogadores, habituados ao bem-bom, cheguem cansados aos estádios!



sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A orquestra da Ongoing...

...para a conquista da RTP.
Um dos livros que mais me impressionou, quando cheguei a França em 1966, foi a "Orchestre Rouge", do grande Gilles Perrault, que contava como um grupo determinado de militantes comunistas internacionais, liderados pelo intrépido Leopold Trepper,  soube infiltrar-se nas linhas inimigas da informação e conseguiu avisar Moscovo da iminência da "Operação Barbarossa", a invasão nazi da URSS, apesar do Pacto Germano-Soviético.

Claro que Estáline não acreditou. Ou fez de conta e preferiu os nazis à portas de Moscovo e o sacrifício de muitos milhões de soviéticos. E no fim da Guerra apressou-se a mandar executar Trepper e todos os sobreviventes do "réseau" que regressaram à URSS. Mas isso é outra história.


Como o Mundo é pequeno e este nosso País também! Aí temos agora a Orquestra da Ongoing, com artistas sempre em trânsito da Loja Mozart para a bancada do PSD e desta para a direcção da Ongoing, ou para a direcção dos serviços secretos, ou para ambas as entidades, em simultâneo.

E tudo isto porquê? Por causa da privatização da RTP, que lhes está prometida. A eles, ao casal Moniz, ao Crespo, ao Fernando Lima, ao José Manuel Fernandes, ao ministro Relvas, ao António Barreto, ao Alberto João Jardim, ao Diabo, Correio da Manhã, todos juntos, numa televisão só para eles... É uma verdadeira Operação Barbarossa, outra vez. Infelizmente, fuzilaram o Trepper.


Correcção, em tempo: Afinal Trepper não chegou a ser fuzilado. Como relata o citado estudo da Wikipédia, "après la Seconde Guerre mondiale, les autorités soviétiques le font venir en Russie. Mais, au lieu de le récompenser, ils l’enferment dans la Loubianka. Après une vigoureuse défense de sa position, il évite l’exécution en raison d’amis bien placés, mais reste en prison jusqu’en 1955". E depois da publicação do livro de Perrault em 1967 a pressão internacional sobre as autoridades comunistas foi tanta que o deixaram emigrar para Israel onde morreu em 1982.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Foi Você que votou no Partido do Alberto João ?

... Poi$ agora pague. E ainda há-de ser insultado por i$$o, pela enésima vez, seu parvo de um c... (cubano!).
Que o AJJ tem garantida, agora como no passado, a cumplicidade e o mal disfarçado favorecimento, de Cavaco, de Marcelo, de Menezes, de Ferreira Leite, de tutti quanti... E a abstenção de Seguro. "Por amor a Portugal".