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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

MRPP - Marcelo Regressa Pedimos-te Perdão

O Povo quer e nós lançamos, aqui e agora, um movimento para Marcelo, como na foto, ter um lugar activo, e cativo, no estúdio de onde é emitido o Telejornal. Para poder interromper, comentar, telefonar, acrescentar, jogar ao rapa-tira-deixa-põe... sempre que lhe apetecer. Porque, meus irmãos, o que se prepara é o saneamento de Marcelo, sem tirar nem pôr.

Com um pretexto fútil: que Vitorino ao fim de 5 anos cansou-se e vai-se embora. Que é que Marcelo tem com isso? Esteve lá uma data de anos sem ninguém que lhe fizesse sombra. E quer continuar sozinho, pois então. Já começou a fazer queixinhas pelos jornais. Um pouco como Mirabeau nos Estados Gerais de 1789: Estou aqui por vontade do meu povo e só saio daqui pela força das baionetas.

Como diz o Luís Novaes Tito, na Barbearia, a questão é esta: Pode a RTP viver sem Marcelo? Pode mas não é a mesma coisa.

E podemos nós? Não podemos, que parece mal. Por isso nos lançamos de cabeça nesta iniciativa patriótica para o regresso de Marcelo, todos os minutos que quiser, aos écrãs da RTP, o MRPP ─ Marcelo Regressa Pedimos-te Perdão. Precisamos de 92 mil assinaturas. Precisamos de um referendo. Precisamos de uma vaga de fundo. E exigimos que sempre que ele decidir intervir, todos os dias que seja, deve enviar-se SMS a todos os telespectadores, como Rodrigo Guedes de Carvalho sugeriu nos Gato Fedorento.

E sobretudo não me venham dizer que em matéria de entretenimento há quem prefira o Governo Sombra da TSF, com o Carlos Vaz Marques, o Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia e João Miguel Tavares. O qual, como já ouvi por aí, é mais divertido, mais credível, e sobretudo mais equilibrado.


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Todo o poder aos sovietes de professores!


E esta, hem?! Ministério pede às escolas para cancelarem a avaliação. Quem o anuncia é Mário Nogueira, líder sindical e dirigente do PCP. A Ministra? Não diz nada, entrega-se. Bem me parecia que ela era/é um erro de casting. Com muito jeito para contar histórias da carochinha, eventualmente. Uma nulidade a conduzir uma politica de educação que sirva os interesses do País, capaz de resistir aos lobies. Qual PREC nem meio PREC ! O que temos é o poder dos sovietes.


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Governo de juizes com "jornalistas" por dentro

Ao que isto chegou! Um "governo de juízes" é isto mesmo: Não se pode escutar, sem mais nem menos, as três mais altas figuras da hierarquia do Estado, incluindo o Primeiro-Ministro legítimo e legitimado? Por isso não seja a dúvida: arranja-se um processo de primeira instância em que seja suspeito um amigo do PM, coloca-se sob escuta, e há-de encontrar-se um juiz que valide essas escutas. E um corpo de agit-prop, com antenas privilegiadas junto do processo, bem experimentado, que inunde os jornais de confiança com carradas de especulações.

Não tardará haverá jornalistas e deputados, em uníssono, a sugerir/exigir ao Primeiro-Ministro, a este e a todos os que hão-de vir, mas quando vierem já ninguém se lembra, que dê um prémio aos prevaricadores revelando a ele próprio o teor das conversas, ilegalmente gravadas. Que estará em causa, dirá um qualquer jornalista, de preferência já condenado e bem condenado por violação do segredo de justiça, que "o regime joga a sua própria cara e dignidade". O regime, nem Alberto João Jardim diria mais.

Tudo porque juizes e procuradores, e alguns jornalistas, puseram a pata na poça e não sabem como esconder esta estranha ideia que neste governo de coligação juizes-jornalistas vale tudo, e quando a violação da Lei não for suficiente, exige-se das vítimas que estendam o pescoço à degola, invertendo alegremente, jornalistas e deputados, o ónus da prova.

Há que dramatizar, está dado o mote, ao director-ajunto do Correio da Manha (disse manha, sim senhor), aliam-se dois vice-presidentes do PSD, Aguiar-Branco e Mota Pinto, a própria Manuela Ferreira Leite, enfim. Nada de mais: que o PM se imole no altar dos sacrifícios, que a Justiça está à rasca e os jornalistas também com a campanha que lançaram e caiu num impasse.